Dá para investir em ações sem comprar ações | Moat Capital

Os investimentos em ações tendem a trazer rendimentos cada vez mais vantajosos, considerando o atual cenário econômico do Brasil, afirmou Cassio Bruno, co-fundador e gestor da Moat Capital.

Dessa forma, ele defende a importância das pessoas começarem a investir em ações. Um problema comum de quem quer começar a investir nesse tipo de ativo é a falta de conhecimento sobre o assunto.

Tendo em vista esse problema, Cassio sugere investimentos em fundos de ações, que são fundos de investimentos administrados por gestores profissionais. 

“Quando se terceiriza o investimento para uma gestão, os gestores possuem acesso a uma quantidade de informações maiores do que um investidor sozinho e independente. Terceirizar para uma casa que faz uma boa gestão ajuda a ter retornos de longo prazos mais vantajosos. Na média um bom gestor vai muito melhor do que um investidor sozinho”, afirmou Cassio.

Mesmo com a opção de poder contar com o gestor do fundo – o que pode ser muito vantajoso para quem não deseja investir em ações diretamente, existe ainda a importância de conhecer os fundos de forma mais próxima.  

Dito isso, uma noção importante que o Cassio traz à tona é a diferença entre os fundos passivos e ativos: 

Um fundo passivo é aquele cuja estratégia do gestor visa a obter um rendimento semelhante ou igual ao seu benchmark (que é o índice de referência utilizado pelo fundo). Nessa estratégia, o gestor pode optar por utilizar o Ibovespa ou outro indicador. Dessa forma, conforme a bolsa oscila, o fundo também pode oscilar.

Já um fundo ativo é aquele cuja estratégia é bater o mercado e obter um rendimento superior ao seu benchmark. Ou seja, o gestor desse fundo escolherá investimentos que têm capacidade para superar um determinado índice e, consequentemente, gerar lucratividade acima do seu benchmark.

Além disso, Cassio ainda explicou sobre sua visão otimista em relação ao cenário econômico brasileiro para os próximos anos e como isso poderá afetar as empresas positivamente, e consequentemente, suas ações. 

De forma simples, Cassio acredita que as reformas atuais, como a implementação do teto de gastos em 2016, atraíram mais investidores privados para o País – o que pode acelerar a economia ao longo do tempo. A expectativa é de que esse movimento dê espaço para que as empresas aumentem sua competitividade e lucros. 

Atualmente, com a queda da taxa de juros e a inflação controlada, alguns dos investimentos que podem chamar atenção em 2020, segundo Cassio, são: os setores imobiliários (fundos e imóveis físicos) e as ações. Ele acredita que, com isso, as empresas poderão se expandir e aumentar seus lucros, aproveitando o crédito mais acessível.

Com a proposta de apresentar a você os gestores dos fundos em que investe ou gostaria de investir, toda semana nossa especialista de produtos, Gabriela Schor entrevista ao vivo um dos gestores dos fundos disponibilizados na plataforma da Pi. É o Papo Fundo, uma live que acontece às quartas-feiras, às 11h, em nosso canal do YouTube.

Foi dessa live que Cassio participou, com o objetivo de apresentar a Moat Capital, uma gestora de investimentos que já possui cerca de R$ 4,5 bilhões sob gestão com apenas quatro anos de atuação no mercado financeiro. 

Conheça um dos fundos da Moat Capital em nossa plataforma:

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Como trocar pontos Pi por dinheiro?

Uma das dúvidas mais comuns entre as pessoas que começam a investir na Pi é: como trocar os pontos Pi por dinheiro? 

A seguir, criamos um passo a passo de como fazer isso utilizando o app da Pi. Confira: 

  1. Abra o seu app e faça login na sua conta utilizando seu e-mail e senha: 

2. Na tela inicial, após fazer o login, clique em trocar pontos, para abrir a janela de conversão: 

3. Esta é a janela de conversão. Caso você tenha um número maior que 5 mil pontos como no exemplo abaixo, você pode digitar quantos pontos deseja converter. 

Fique atento às regras. Você pode trocar no mínimo 1 mil pontos por vez, 5 mil por mês e 600 mil até o último dia do ano: 

4. Agora é só clicar no botão trocar pontos para fazer a conversão. 

5. Na próxima janela, após clicar em trocar pontos você pode cancelar com a opção não ou confirmar com a opção sim, trocar pontos.

Ao confirmar que irá trocar os pontos, não é possível cancelar a solicitação.

Pronto! A solicitação de trocas de ponto foi efetuada. O crédito em reais, proporcionais aos pontos Pi que você trocou estará em sua conta em até 3 dias úteis. Então, depois de solicitar, é só aguardar. 

Ao receber o crédito em reais, você já poderá utilizar o dinheiro para reinvestir em outro produto, ou manda-lo para sua conta corrente.

Ficou com alguma dúvida em como trocar os pontos Pi?

Entre em contato com a gente pelo e-mail: pioneiros@somospi.com.br ou deixe seu comentário abaixo e iremos respondê-lo. 

Confira também:

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Como realizar aplicações na Pi?

Como realizar aplicações na Pi é uma das dúvidas mais comuns entre quem está começando a investir, na nossa plataforma.

Confira aqui um passo a passo simples para que possa começar a investir: 

  1. Faça o login na sua conta digitando seu e-mail e sua senha:

2.  Na tela inicial, após fazer o login, clique no botão investir para ir até o catálogo de produtos:

3. Você tem as abas com os diferentes tipos de produto na parte de cima. Como exemplo, iremos até a aba Fundos de Investimentos e usaremos o Pi Selic. Para aplicar, é só tocar no produto para ver todos os detalhes, digitar o valor da aplicação e clicar no botão investir agora:

4. É importante ler e concordar com os termos e condições para concluir a aplicação. Assim, você marca a caixinha de aceitar termos e condições:

5. Depois de confirmar, você receberá o código Pi no seu e-mail. Nessa próxima etapa digite o código Pi para validar essa operação:

Pronto. Você verá a mensagem de que seu pedido de compra foi realizado com sucesso. Agora é só aguardar o processamento e acompanhar pela sua conta.

Vale lembrar que as aplicações em fundos de investimento são processadas todos os dias úteis às 13h e as aplicações em renda fixa às 15h. Caso solicite após esses horários, elas ficam agendadas para o dia útil seguinte.

Ficou com alguma dúvida em como realizar aplicações na Pi?

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3 chances de dinheiro extra no fim do ano. Onde investi-lo?

Final do ano já está aí e, com ele, boas perspectivas de dinheiro extra. Existem três possibilidades de você ter entradas na sua conta: o resgate do FGTS, o décimo terceiro e a restituição do Imposto de Renda. Já sabe o que vai fazer com esse dinheiro?

Não vale dizer que vai gastar tudo na Black Friday ou nas festas de fim de ano, hein? Quando recebemos um dinheiro que não faz parte da nossa rotina, essa pode ser uma ótima oportunidade para investir, em vez de gastar.

Mas antes de falarmos sobre investimentos, vamos entender melhor as possibilidades que você poderá ganhar uma grana extra neste fim de ano?

Resgate do FGTS:

Até o final do ano, todas as pessoas que possuem saldo no FGTS poderão sacar R$ 500 por conta ativa (emprego atual) ou inativa (empregos antigos).

Leia mais: O que fazer com meu dinheiro do FGTS?

Décimo terceiro salário:

Se você trabalha com carteira assinada, deve receber entre novembro e dezembro seu décimo terceiro. A remuneração equivale a 1/12 do salário de cada mês trabalhado ao longo do ano.

Restituição do Imposto de Renda:

A Receita Federal liberou em novembro o pagamento do sexto e penúltimo lote da restituição do Imposto de Renda. Você estava entre os contemplados? Se não e ainda não recebeu sua restituição nos lotes anteriores, tem uma última chance em dezembro, quando será liberada a última leva.

Onde investir esse dinheiro extra?

Definir onde você pode investir esses recursos depende de dois fatores: do quanto você irá receber e de qual é seu perfil de investidor. Mas a regra geral é que o primeiro objetivo de qualquer investidor deve ser formar sua reserva de emergência. Você já tem a sua?

A reserva de emergência é um colchão financeiro de três a seis salários poupados para que você se proteja de momentos de imprevisto, como desemprego ou alguma emergência médica. Se você tem carteira assinada, deve guardar algo perto de três salários. Se é autônomo, algo mais próximo de seis.

O investimento da reserva de emergência deve ser feito em uma aplicação com liquidez, ou seja, que não deixe seu dinheiro preso. Aqui na Pi Investimentos você encontra algumas opções com essas características: o Pi Selic e CDBs com resgate em qualquer dia.

Agora, se você já tem sua reserva de emergência formada, seu próximo passo em investimento pode ser um fundo multimercado. Confira algumas opções que temos aqui na Pi:

Risco 3:

Risco 4:

Risco 5:

Gostou deste conteúdo? Conta pra gente nos comentários o que você vai fazer com o dinheiro extra de fim de ano.

Já está passando da hora de diversificar | SulAmérica Investimentos

“Diversifique e comece já!”. Esta foi uma das principais dicas que Philipe Biolchini, head da área de gestão da SulAmérica Investimentos, deu no novo episódio do 3,14Cast, o podcast da Pi. 

A SulAmérica, conhecida pela operação de planos de saúde, está também entre uma das maiores gestoras independentes do mercado financeiro brasileiro, administrando mais de 45 bilhões de reais. 

Na conversa com a Jenifer Corrêa, editora de conteúdo da Pi, Philipe explicou sobre a importância da diversificação da carteira na hora de investir. 

Ele ainda deixou claro o que pensa sobre investimentos em renda fixa. Apesar da queda da taxa de juros do Brasil, esse tipo aplicação ainda é uma parte fundamental na composição de uma carteira e o investidor precisa estar consciente disso.

Mesmo com a queda de juros atuais, o investidor ainda deve manter uma parte da sua carteira em renda fixa, uma vez que esse tipo de investimento tende a ser mais seguro e pode ser acessado com maior facilidade quando necessário.

Durante a conversa, Philipe também falou sobre sua visão positiva para o cenário brasileiro nos próximos anos, com juros em queda, câmbio e inflação em ordem. 

O gestor também discutiu como a política atual influencia o mundo dos investimentos e como os investidores podem diferenciar ruídos de informações relevantes.

De forma geral, Philipe defende que muitos movimentos políticos atuais não passam de ruídos para o mercado financeiro e esses movimentos não tendem a atrapalhar os investimentos no médio e longo prazo. Por outro lado, ele também afirma que esses ruídos podem se tornar mais relevantes para os investimentos de curto prazo, que podem ser afetados mais rapidamente com distúrbios políticos.

Assim, Philipe deixou claro que os investidores de curto prazo devem estar sempre mais ligados ao que está acontecendo no cenário político, na hora de pensar em estratégias de curto prazo.

No final, Biolchini ainda deu dicas e recomendações sobre fundos e explicou o que não pode faltar em uma boa carteira diversificada.

O 3,14Cast está disponível em diversas plataformas de áudio e também em vídeo. Clique e ouça agora!

A SulAmérica Investimentos conta com sete fundos na plataforma da Pi. Confira todos eles:

Leia também:

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Come-cotas – o que é e como funciona?

Se você investe em fundos de investimento, precisa saber que duas vezes por ano pode haver uma cobrança antecipada de Imposto de Renda sobre seus ganhos. Essa cobrança é conhecida como come-cotas.

A cobrança é feita de forma automática nos últimos dias úteis de maio e novembro ou nos primeiros dias úteis de junho e dezembro, dependendo do tipo de fundo que você escolheu. Na prática, se você consultar o saldo da sua aplicação nessas datas, notará que o número de cotas que você possui no fundo terá diminuído um pouco em relação ao dia anterior. 

Saiba tudo sobre o come-cotas:

Todos os fundos de investimento têm come-cotas?

Não. Confira os três tipos de fundos elegíveis:

Nos fundos de ações, de debêntures incentivadas e de previdência não há cobrança de come-cotas.

Qual o valor da alíquota do imposto?

De 15% para fundos de longo prazo (fundos cujo prazo médio de vencimento dos títulos em carteira seja maior do que 365 dias) e de 20% para fundos de curto prazo (fundos cujo prazo médio de vencimento dos títulos em carteira seja menor do que 365 dias).

Vale destacar que a cobrança é feita sobre o rendimento do fundo no período e não sobre o valor total investido.

E se o fundo teve prejuízo no período?

Nesse caso, não há cobrança de come-cotas.

Quando a cobrança do come-cotas é realizada?

Para fundos com cota de abertura (calculada na abertura do mercado), a cobrança é realizada nos últimos dias úteis de maio e novembro.

Para fundos com cota de fechamento (calculada apenas no final do dia, após o fechamento do mercado), a cobrança referente ao último dia útil de maio e novembro, é feita no primeiro dia útil de junho e de dezembro, respectivamente.

Como funciona o Imposto de Renda sobre os rendimentos dos fundos de investimento?

O Imposto de Renda é sempre retido na fonte, seja no come-cotas ou no momento do resgate. Na prática, isso significa que você não precisa realizar nenhum pagamento. Ele é sempre automático.

É necessário apenas informar na Declaração Anual do Imposto de Renda o saldo das aplicações em Bens e Direitos e os rendimentos das aplicações em Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva.

A Gabi, especialista de produtos, também explica sobre o assunto no Pi Simplifica abaixo. Confira:

Confira os fundos disponíveis na plataforma da Pi.

Leia também:

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O que são fundos long short? | Ibiuna Investimentos

A expressão long & short pode assustar um pouco quem a escuta pela primeira vez. Algumas pessoas podem achar que se trata de uma estratégia de investimento muito avançada, indicada apenas para quem tem anos de experiência no mercado. Mas, na verdade, os fundos long short podem ser indicados para qualquer pessoa que busca investir para o longo prazo.

A posição long é a comprada, que é formada quando você compra uma ação, por exemplo. A lógica é simples: você pretende comprar a ação a R$ 10 hoje para vender amanhã a R$ 15 e ter lucro na operação.

Já, a posição short é a vendida, que é formada quando você vende uma ação, sem necessariamente tê-la. Isso é possível porque quando você realiza essa venda, você tem dois dias para entregar a ação para o comprador. Nesse meio tempo, você deve alugar a ação de uma terceira pessoa e entregá-la para a pessoa para quem você vendeu.

Para fechar a operação, você terá que comprar uma ação para entregar para a pessoa de quem você alugou. Se der tudo certo, quando você for comprá-la, pagará um preço mais barato do que aquele pelo qual vendeu. 

Toda essa dinâmica pode parecer um pouco confusa. Mas e se você tiver a chance de contratar um especialista de mercado para fazer isso por você? Na prática, ao investir em um fundo long & short, é exatamente isso o que você está fazendo.

“A nossa estratégia na maior parte das vezes é montar uma posição casada. Enxerguei uma empresa que acho que tem um potencial de valorização ou de desvalorização e vou fazer um par para tirar o risco de mercado. Montamos uma posição comprada e uma vendida com o objetivo de ganhar no relativo: se as duas sobem, mas a posição comprada sobe mais, a gente ganha. Se as duas caem, mas a posição comprada perde menos, a gente também ganha. Se a posição comprada sobe e a vendida cai, também temos lucro”, explica André Lion, sócio-diretor e CIO da estratégia de Renda Variável da Ibiuna Investimentos.

Leia mais sobre os outros Papo Fundos que rolaram clicando aqui.

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Fundos de investimento: saiba tudo sobre o assunto

Você conhece os diferentes tipos de fundos de investimento?

Os fundos de investimento são uma modalidade de aplicação financeira muito comum em nosso país. Eles reúnem os recursos de vários investidores, chamados de cotistas

Em outras palavras, podemos dizer que os fundos são como um condomínio, que reúne recursos de diversos investidores (cotistas) permitindo aplicações em uma variada cesta de ativos. Esses fundos são compostos por diferentes tipos de investimento tais como: títulos públicos, renda fixa privada, ações, commodities entre outros.

Para que você entenda como eles funcionam e quais são os diferentes tipos de fundos, preparamos este post com todas as informações necessárias.

Descubra quem pode investir nessa modalidade e conheça as vantagens e desvantagens de cada um!

Você irá conferir:

  • O que são fundos de investimento?
  • Quem é o gestor de um fundo de investimento?
  • O que são e como funcionam as cotas?
  • Quem pode investir em fundos de investimento?
  • Como escolher um bom fundo de investimento?
  • Tipos de fundos de investimento

O que são fundos de investimento?

Há um ditado que diz: “Juntos somos mais fortes”. No mundo dos investimentos, ele faz total sentido — principalmente quando se trata de fundos.

Os fundos funcionam como condomínios residenciais. Nesse caso, cada investidor é dono de uma cota (apartamento) e paga a um gestor (síndico) para administrar o montante (condomínio), fazendo o dinheiro render.

Da mesma maneira que ocorre em condomínios, há regras para o funcionamento de um fundo de investimento. As regras são aplicadas igualmente a todos os cotistas.

Quando você compra a cota de um fundo, concorda com as regras de funcionamento, que podem ser:

  • valor mínimo de aplicação;
  • condições para resgate;
  • horários para compra e venda da cota;
  • riscos do investimento;
  • custos/taxas cobradas e outros.

Sobre o valor pago ao gestor do fundo, trata-se da taxa de administração. Desse modo, você terceiriza o trabalho de gestão para alguém que entende do assunto.

Quem é o gestor de um fundo de investimento?

O gestor, independente do tipo de fundo de investimento, tem a função de administrar os recursos diariamente. Ele é o profissional responsável pela seleção e manutenção da carteira de investimentos, assim como o controle de risco e retorno da carteira, sempre levando em consideração as regras e objetivos definidos em regulamento. Ele precisa ser credenciado pela Comissão de Valores Mobiliários, ou CVM.

Cabe ao gestor acompanhar diariamente os recursos do fundo que administra, avaliando as oportunidades, considerando as opções existentes e analisando os fatores externos, como acontecimentos políticos e econômicos, entre outros.

Suas ações são pautadas pelo regulamento do fundo, ou seja, por mais autonomia que tenha, o gestor não pode tomar decisões que vão contra o estabelecido em regulamento.

O que são e como funcionam as cotas?

A cota é uma parcela ou fração de um fundo. Com a somatória de todas as cotas dos investidores chegamos no patrimônio total de um fundo de investimento.

Para sabermos o valor de uma cota, dividirmos o patrimônio líquido do fundo pela quantidade de cotas que existem no fundo.

O sistema de cotas possibilita a divisão e repasse nas oscilações de cada fundo. Em outras palavras, sem as cotas seria praticamente impossível, diferenciar a participação que cada investidor possui no fundo.

Essa estrutura de cotas permite que todos os investidores, ou cotistas, possam ter a mesma rentabilidade. Porém, nem todos os cotistas terão, necessariamente, a mesma rentabilidade, a depender do número de cotas que cada cotista possui. Além disso, é importante lembrar que o dinheiro que você investe não se mistura com o de outros, pois o fundo é uma instituição independente com CNPJ independente e cada cota é registrada sob o seu CPF.

Diariamente, o valor unitário das cotas pode mudar, provocando variações de rentabilidade. 

Para que você saiba o valor atual do seu investimento, basta multiplicar o valor atual da sua cota, pela quantidade de cotas que possui.  

Quem pode investir nos fundos de investimento?

Qualquer pessoa pode investir em fundos. Nesse sentido o modo mais fácil de fazer isso é abrindo uma conta em uma corretora — ação simples que pode ser feita online, sem sair de casa.

Na Pi Investimentos , você não precisa ter uma conta para ver o catálogo de produtos financeiros. Ou seja, é possível comparar diferentes tipos de fundos de investimento, ver a previsão de rentabilidade e tomar decisões antecipadamente.

Para abrir uma conta, basta preencher o formulário com seus dados e enviar um documento com foto. Esse documento pode ser Registro Geral (RG), Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou documentos de entidades de classe como OAB, CRC e outras.

O processo é simples. Assim que preencher todas as informações e enviar o documento solicitado, você receberá um e-mail de notificação e aprovação do seu cadastro. A partir daí, terá os dados da conta e poderá realizar a primeira transferência.

O valor transferido para a conta da Pi pode ser aplicado em cotas de fundos ou em outras modalidades de ativos financeiros.

Como escolher bons fundos de investimento?

O bom investimento é aquele que alcança seus objetivos.

Ter um profissional para administrar seus investimentos é convidativo para essa modalidade de aplicação, mas existem alguns fatores que devem ser considerados antes de comprar suas primeiras cotas. Vamos lá?

1.Tenha um objetivo

A escolha de um bom fundo de investimento faz parte da determinação dos seus objetivos. Por isso, pense no valor que tem disponível para investir, em quanto tempo deseja obter a rentabilidade desejada e o nível de risco disposto a assumir.

2. Conheça os tipos de fundos de investimento

Os fundos têm diversas classificações, entre elas: renda fixa, ações, câmbio e multimercado. Posteriormente detalharemos cada um.

Tipos de fundos de investimento

Antes que detalhemos os tipos de fundos, precisamos te contar que o melhor é aquele que se adequa a seus objetivos. Como são cestas de investimentos, é interessante observar o que compõe os fundos.

Além disso, é importante ressaltar, ainda, que fundos de investimento não possuem cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Confira os diferentes tipos de fundos de investimento:

Fundos de Renda Fixa

Esse é o tipo de fundo de investimento composto por, no mínimo, 80% de títulos em renda fixa. Os títulos podem ser tanto prefixados como pós-fixados.

Por essa característica normalmente seus rendimentos são mais constantes e previsíveis, acompanhando as taxas de juros do mercado (como a Selic, por exemplo), ou os principais índices de inflação. 

Existem diversas classificações nos fundos de renda fixa, tais como: 

  • Fundos simples: é o investimento pensado para atender a investidores pequenos e ou iniciantes. Possui objetivos de custo e risco baixo. Dessa forma, esse fundo é composto por 95% de títulos públicos e de instituições que apresentam risco de crédito baixo. 
  • Fundo de curto prazo: são os investimentos com prazo para o vencimento de 375 dias, com um prazo máximo da carteira em 60 dias.  
  • Fundos de longo prazo: é uma carteira composta por títulos com maior prazo para vencimento, sendo o prazo mínimo a partir de 365 dias.
  • Fundos referenciados: o objetivo deste tipo de fundo é buscar a rentabilidade de um índice de referência, por exemplo o IPCA ou CDI. Dessa forma, o gestor faz a alocação de  95% da carteira em ativos indexados ao índice que for escolhido.
  • Fundos de dívida externa: este investimento aplica, no mínimo, 80% do patrimônio em títulos da dívida externa da União. Assim, o gestor não pode alocar a carteira em ativos do país.
  • Fundo de crédito privado: este é um título com risco maior por conta de ser mais flexível. Nesse sentido, a distribuição tem o mínimo de 50% em ativos em títulos privados, como CDBs e debêntures. O resto do fundo pode ser aplicado em títulos públicos e derivativos.

Fundos de Ações

Os fundos de ações possuem carteiras de ativo de renda variável. Sua rentabilidade varia conforme o desempenho dos ativos que compõem a carteira do fundo, ou seja, não há como prever sua rentabilidade.

É uma opção para quem deseja investir na Bolsa de Valores, mas sem a necessidade de comprar diretamente as ações de determinada empresa.

Por isso os fundos de ações são compostos por, no mínimo, 67% de ações e a gestão do fundo pode ser tanto ativa quanto passiva.

Você pode encontrar fundos de ações com os seguintes focos:

  • Dividendos: para gerar renda, por isso, possui ações de empresas que pagam proventos bastante atrativos;
  • Valor/Crescimento: seleção de empresas que estejam abaixo de “um preço justo”, ao mesmo tempo que possuam um alto potencial de crescimento a longo prazo.
  • Índice Ativo: fundos de ações que possuem um índice como referencial de desempenho, buscando a superação desse índice.
  • Livre: gestor é livre para seguir a estratégia de ações que preferir.
  • Mono ação: todas as ações são de uma única empresa.
  • Setor: as ações são majoritariamente de organizações de um mesmo setor ou conjunto de setores afins da economia.
  • Small Caps: 85% dos ativos são emitidos por empresas que não estão no Índice Brasil 100 (IBrX 100).
  • Sustentabilidade ou Governança: os ativos são de empresas bem gerenciadas ou com foco em responsabilidade social e sustentabilidade.

Esse tipo de fundo de investimento é voltado para investidores mais suscetíveis a riscos, ou seja, moderado à agressivo, pois a rentabilidade de um período anterior não dá garantias de retorno futuro.

Outro ponto importante é que os fundos de ações, não possuem “come cotas”. Ou seja, o imposto de renda é retido no momento do resgate com uma taxa fixa de 15% sobre os rendimentos.

Fundos Imobiliários

Por outro lado, os fundos imobiliários são compostos por investimentos com foco no setor imobiliário. 

Por isso, eles são classificados da seguinte maneira:

  • Fundos de Papel: composto por aplicações financeiras como LCI e CRI.
  • Fundos de Tijolo: o principal ativo são os imóveis físicos, como centros comerciais e empresariais.

O objetivo de um fundo imobiliário é obter a maior rentabilidade possível. Por isso, parte desses fundos adota a estratégia de compra de imóveis para aumentar o lucro por meio da locação de espaços. O lucro também aumenta quando há valorização desses espaços.

No caso dos fundos de papel, a estabilidade pode ser maior, pois ele é composto por aplicações em renda fixa. Então, o cotista pode ter como vantagens a facilidade de investir, a possibilidade de vender suas cotas a qualquer momento, a oportunidade de diversificar seus investimentos, boa rentabilidade e isenção de Imposto de Renda.

Contudo, investir em fundos imobiliários possui, dentre outros, o risco da volatilidade. Notícias negativas sobre o setor, por exemplo, provocam queda no valor dos papéis.

Fundos Multimercado

Estes fundos são para investidores que desejam ter uma carteira de investimentos diversificada. Isso se dá, pois eles podem ser compostos por aplicações de diversos tipos, como Renda Fixa, Câmbio, Ações e outros.

Uma das vantagens desses fundos é que o gestor tem mais liberdade para montar a cesta de investimentos, baseando-se no objetivo do fundo.

Ainda assim, para escolher o seu fique atento ao prospecto, para ver se você tem objetivos comuns com o fundo desejado. Observe o nível de risco, a aplicação inicial exigida, a movimentação mínima e o histórico de rentabilidade.

Fundos Cambiais

Os fundos cambiais são compostos, em no mínimo 80%, por aplicações baseadas em moedas estrangeiras, ou seja, dólar, euro, libra e outras. O dólar, inclusive, é o principal índice de comparação desses fundos.

O objetivo dos fundos cambiais é a manutenção do poder de compra do investidor no mercado internacional. Portanto, se você possui R$ 20 mil para passar o mês na Europa, mas o euro sobe até a data de viagem seu dinheiro desvaloriza.

Mas quando você aplica nesse fundo, consegue proteger seu poder de compra. O desempenho positivo ou negativo dependerá da estratégia desse tipo de fundo de investimento, portanto, é importante ler seu prospecto antes de investir.

É provável que você encontre a variação cambial que exerce influência sobre as cotas. Sendo assim, o ideal é entender os fatores que afetam essa moeda.

Como se trata de um fundo muito prático, basta escolher aquele cujo objetivo está alinhado com o seu. Para escolher com inteligência, verifique o histórico de rentabilidade e verifique quem é o gestor por trás das decisões..   

Fundos Referenciados

A principal característica dos fundos referenciados é a tentativa de acompanhar ou replicar o desempenho de um índice de referência. 

Assim esses fundos são compostos por, no mínimo, 95% de ativos que acompanham índices de referência, sendo os mais comuns o CDI e o de inflação IMA-B

Fundos da Dívida Externa

Esses fundos são compostos por, no mínimo, 80% de aplicações em títulos de dívida do Brasil, que são negociados no mercado internacional. O restante, geralmente, é aplicado em outros títulos, mas de crédito — também negociados internacionalmente, independentemente de serem ou não emitidos no Brasil.

Esse tipo de fundo de investimento é o meio mais fácil para adquirir papéis da dívida externa, que por sua vez, são fornecidos pela União.

Portanto se você busca retorno de médio a longo prazo, essa pode ser uma boa opção.

Além disso, precisamos mostrar o impacto das alíquotas do Imposto de Renda sobre a rentabilidade dos fundos. Isso pode acontece r de duas formas.

Os fundos de curto prazo, compostos por uma carteira com títulos cujo prazo médio é igual ou inferior a 365 dias:

  • Investimento de até 180 dias: 22,5%;
  • Acima de 180 dias: 20%.

Já os fundos de longo prazo, ou seja, cujo prazo médio supera 365 dias, recebe as seguintes alíquotas do Imposto de Renda:

  • Investimento de até 180 dias: 22,5%;
  • Entre 181 e 360 dias: 20%;
  • Entre 361 e 720 dias: 17,5%;
  • Acima de 720 dias: 15%.

Por fim, agora que você conhece os diferentes tipos de fundos de investimentos, conheça as opções para investir aqui na Pi!

Leia também:

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A estrutura para a sua carteira de investimentos | Nord Research

Quais os passos que você deve dar após construir sua reserva de emergência? Para Renato Breia, analista de investimentos e Sócio-Fundador da Nord Research, é hora de buscar “riscos de mercado”, ou seja, fazer aplicações para extrair retornos que o mercado proporciona.

Um exemplo disso são os fundos multimercados, que segundo Renato devem ser vistos como um investimento para no mínimo menos três anos.

O analista é o convidado do novo episódio do 3,14Cast, o podcast da Pi.

Em uma conversa com o nosso CEO, Felipe Bottino, o gestor da Nord Research deu dicas para a estruturação de uma carteira de investimentos, que para ele pode ser dividida em três partes: reserva de emergência, riscos de mercado e ativos mais arrojados e com maior potencial de retorno.

Renato ainda falou sobre o mercado de casas de análises independentes no Brasil, a importância da diversificação e apresentou uma visão otimista para investimentos na Bolsa de Valores.

O novo 3,14Cast com a Nord Research e todos os outros já estão disponíveis em diversas plataformas de áudio. Clique e aproveite!

Leia também:

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Você não precisa se arriscar para ganhar mais | Sparta Investimento

Desde que a taxa básica Selic caiu para 5,0%, seu menor nível na história, é comum o investidor ouvir de especialistas que precisa se arriscar mais se quiser ter bons resultados. Mas, para Ulisses Nehmi, CEO da Sparta Fundos de Investimento, não é bem assim.

Ele é o convidado do terceiro episódio do 3,14Cast, o podcast da Pi, e durante a conversa deixou claro o que pensa sobre a tomada de riscos na hora de investir.

O bate-papo com a Jenifer Corrêa, do time de marketing da Pi, ainda trouxe outras dicas preciosas.

Ulisses Nehmi falou sobre como montar uma carteira de investimentos equilibrada, capaz de responder bem em todos os cenários, e ainda comentou sobre um tipo de aplicação tradicional que os investidores devem evitar.

O 3,14Cast, com a Sparta Investimento e todos os outros já estão disponíveis em várias plataformas, clique abaixo e escute já!

Confira alguns produtos da Sparta Investimento disponíveis na plataforma da Pi:

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O mercado financeiro mudou | Truxt Investimentos

Nos últimos anos, assistimos diversas transformações na dinâmica econômica global e, aqui no Brasil, já não temos uma taxa de juros tão elevada, que permita altos ganhos na renda fixa.

Como afirmou José Tovar, CEO da Truxt Investimentos, os investidores também precisam se acostumar a isso.

“Esse mundo (de juros altos) acabou. Precisa-se estudar mais e dedicar mais tempo aos investimentos porque esse cenário acabou”, disse Tovar durante a segunda edição do 3,14Cast, o Podcast da Pi.

A Truxt Investimetos foi criada em junho de 2017 e em apenas três dias captou R$ 1,2 bilhões.

Durante o bate-papo com o nosso CFO, Mario Mello, Tovar avaliou que o mundo está ficando mais hostil. Entre os os motivos estão a guerra comercial entre Estados Unidos e China, que segundo ele está apenas começando, e o crescimento econômico em ritmo lento em todo mundo.

A boa notícia é que, para o gestor, o Brasil está no início de ciclo, sem inflação e como muito espaço para crescer.

O objetivo, afirma Tovar, é manter os projetos de reformas, como a da Previdência.

Esse episódio também está cheio de dicas para o investidor. Ele explicou, por exemplo, que os fundos de ações precisam ser encarados como um investimento a longo prazo.

Outro conselho foi nunca avaliar um fundo levando em conta apenas os resultados dos últimos seis meses. O correto, segundo ele, é entender a fundo o trabalho do gestor.

Para saber mais sobre cada uma das estratégias, é só clicar abaixo para conferir a integra com a Truxt Investimentos.

Confira alguns produtos da Truxt na plataforma da Pi:

TRUXT I MACRO FIC FIM
TRUXT I VALOR INSTITUCIONAL FIC FIA
TRUXT I VALOR FIC FIA

Leia outros posts sobre os podcasts que rolaram clicando aqui.

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Recuperação de ativos globais favoreceu Brasil em outubro

O mês de outubro foi marcado por uma recuperação dos ativos de risco ao redor do mundo, o que acabou ajudando o Brasil, afirma Dan Kawa, gestor da TAG, no Relatório Mensal de Gestão da sua carteira.

Vários fatores contribuíram para esse cenário, segundo o gestor. Entre eles uma trégua na guerra comercial entre Estados Unidos e China, uma temporada de resultados corporativos não tão ruins como esperado, especialmente a americana, além de esperanças de uma estabilização ou eventual recuperação do crescimento global.

Confira o relatório completo:

Veja os relatórios anteriores:

Você e o gestor:

Quer conhecer melhor o Dan? Então assista ao vídeo em que ele bate um papo com Gabriela Schor, a Especialista de Produtos da Pi Investimentos:

Tem alguma dúvida para tirar com o Dan? A gente faz a ponte entre vocês! Deixe sua pergunta nos comentários, que nós encaminharemos para ele responder.

Cenário para investimentos é otimista, mas demanda precaução

A estratégia de investimento do CA Indosuez Private PI tem se baseado em um cenário de otimismo, mas com a devida precaução. É o que mostra o Relatório Mensal de Gestão do mês de outubro da carteira do gestor Fabio Passos.

Confira o relatório completo:

Veja os relatórios anteriores:

Você e o gestor:

Quer conhecer melhor o Fabio? Então assista ao vídeo em que ele bate um papo com Gabriela Schor, a Especialista de Produtos da Pi Investimentos:

Tem alguma dúvida para tirar com o Fabio? A gente faz a ponte entre vocês! Deixe sua pergunta nos comentários, que nós encaminharemos para ele responder.

Conheça a carteira que rendeu 252% do CDI em outubro

Enquanto a bolsa brasileira subiu 2,4% em outubro, atingindo sua máxima histórica de 108.407 pontos no penúltimo dia do mês, a carteira administrada pelo gestor Jojo Wachsmann, da Vitreo, fechou o mês com 1,21% de alta (252% do CDI).

Foi isso o que mostrou o Relatório Mensal de Gestão da carteira, que acabou de ser divulgada. Confira o relatório na íntegra:

Veja os relatórios anteriores:

Você e o gestor:

Quer conhecer melhor o Jojô? Então assista ao vídeo em que ele bate um papo com Gabriela Schor, a Especialista de Produtos da Pi Investimentos:

Tem alguma dúvida para tirar com o Jojo? A gente faz a ponte entre vocês! Deixe sua pergunta nos comentários, que nós encaminharemos para ele responder.

Desaceleração global ainda afeta ativos de risco

O mês de outubro foi marcado pela sequência do alívio dos riscos internacionais vistos no mês anterior, afirma o gestor de Soluções de Investimentos da Santander Asset Management, Renato Santaniello, no Relatório Mensal de Gestão da sua carteira.

Mas, apesar desse período positivo, a desaceleração do crescimento global continua afetando os ativos de risco e traz incertezas quanto à condução das políticas monetárias nos principais países, segundo o gestor.

Confira o relatório na íntegra:

Veja os relatórios anteriores:

Você e o gestor:

Quer conhecer melhor o Renato? Então assista ao vídeo em que ele bate um papo com Gabriela Schor, a Especialista de Produtos da Pi Investimentos:

Tem alguma dúvida para tirar com o Renato? A gente faz a ponte entre vocês! Deixe sua pergunta nos comentários, que nós encaminharemos para ele responder.

5 dúvidas comuns sobre a queda da Selic

Na semana passada, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) anunciou uma nova redução da taxa Selic de 5,5% para 5% ao ano. Você sabe como isso impacta os seus investimentos?

A Especialista de Produtos da Pi, Gabriela Schor, respondeu às cinco principais dúvidas que temos recebido de quem está começando a investir e não sabe o que fazer nesse novo cenário de queda dos juros. É o seu caso? 

Então confira!

1. O que é a taxa Selic?

É a taxa básica de juros da economia, um índice que influencia tudo no mercado financeiro e comanda a festa dos investimentos. A Selic influencia alguns indicadores, como o CDI.

Na hora de investir em renda fixa, você deve buscar retornos em torno de 100% do CDI. Fazendo as contas, se a Selic está agora em 5% ao ano é esse o retorno que você deve buscar. Na prática, o número fica um pouco mais baixo, em torno de 4,90%.

2. O que é investir em renda fixa?

É emprestar para alguém e receber seu dinheiro em forma de juros. No passado, há cerca de dois anos, a gente investia em renda fixa e recebia um juro muito alto, na casa de 14% ao ano. Hoje, entretanto, com a queda da Selic, temos recebido em torno de 5%.

3. Quanto eu ganho com a renda fixa?

Preparamos uma simulação já com impostos descontados para facilitar a conta. Imagine que você está investindo R$ 10 mil pelo período de dois anos. Quando a Selic estava em 5,5% ao ano, no final, você teria R$ 10.934,91. Com a Selic em 5%, você pode chegar agora a até R$ 10.846,31, ou seja, R$ 88,60 a menos do que antes.

Se você achou essa diferença pequena é porque você não considerou um investimento de prazo mais longo. Imagine que você está investindo os mesmos R$ 10 mil pelo período de 10 anos. Com a Selic em 5,5% ao ano, você teria R$ 15.852,21 no final do período. Com ela agora em 5%, você pode chegar a R$ 15.188,30, uma diferença de R$ 663,91.

4. Com a queda dos juros, tenho que tirar todos os meus investimentos da renda fixa?

Não necessariamente. Por dois motivos: o primeiro é que a poupança está rendendo apenas 70% da Selic, agora que a taxa está abaixo de 8,5% ao ano. Então, comparativamente com o lugar preferido onde os brasileiros guardam dinheiro, a renda fixa ainda vale a pena. Confira a simulação:

Ao investir R$ 10 mil por dois anos com remuneração de 100% do CDI, você já viu que pode chegar a R$ 10.846,31. Mantendo o dinheiro na poupança no mesmo período, você pode acumular R$ 10.706,40, ou seja, R$ 139,00 a menos.

Estendendo o prazo da aplicação para 10 anos, você pode chegar a R$ 15.188,30 investindo a 100% do CDI, contra R$ 14.086,74 ao manter o dinheiro na poupança. A diferença aqui é de R$ 1.101,56. 

O segundo motivo para manter parte dos seus investimentos em renda fixa é a necessidade de diversificação da sua carteira. Ainda que a renda fixa não traga os mesmos retornos da renda variável, é fundamental que você tenha uma parcela dos seus investimentos em um investimento mais seguro.

5. É melhor investir em ações do que em renda fixa para ganhar mais?

Não dá para negar que a chance de ganhar mais ao investir em ações é maior, mas não se esqueça que também é maior a chance de perder. No mercado financeiro, risco e retorno estão sempre atrelados. 

A dica aqui é: entenda primeiro o seu perfil de investidor. Se você é mais conservador, não aceita perder dinheiro ou se está começando agora, o ideal é que você escolha opções de investimento mais seguras, mesmo sabendo que seu retorno não tende a ser tão grande.

Ao abrir sua conta na Pi Investimentos, você terá acesso a um teste de perfil de investidor chamado Suitability. Ele é uma ótima pedida para que você descubra qual é seu perfil e faça as escolhas de investimento mais adequadas para você.

Gostou deste conteúdo? Tem mais alguma dúvida sobre a queda da Selic? Deixe um comentário para a gente!

Como ficam seus investimentos com a queda da Selic?

Com a nova queda da taxa Selic, como ficam seus investimentos? Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa básica de juros, de 5,5% para 5% ao ano. Nesse novo cenário, a poupança começa a perder para a inflação esperada para os próximos 12 meses. Você sabe o que isso significa?

Significa que se você colocar hoje seu dinheiro na poupança e sacar daqui a um ano, não poderá comprar as mesmas coisas que compraria hoje. Sua aplicação vai perder valor para a inflação ao longo do tempo. Mais um motivo para reforçarmos que poupança não é investimento!

Como investir, então, nesse novo cenário com a queda da Selic?

Respire.

Este é o primeiro conselho dado por Fabio Passos, gestor de fundos do Indossuez. “Vejo pessoas desesperadas porque os juros estão caindo muito e elas não sabem mais o que fazer com seus investimentos. Os fundos de renda fixa têm enfrentado um movimento de saída muito forte. Tem um certo exagero nesse comportamento dos investidores”, avalia.

O segundo conselho do gestor é tão direto quanto. “Se você não sabe o que está acontecendo agora no mercado, ou procura alguém para te ajudar a tomar decisões ou estuda para entender, se for do seu interesse. O que não dá é tomar decisões impulsivas, baseadas no estômago em vez da cabeça”, afirma.

Passos pode até parecer um pouco duro nas suas colocações, mas essa racionalidade é importante na hora de investir. “Quando os juros estavam altos, nós não precisávamos sair da caverna para caçar. Com os juros mais baixos, a comida deixou de vir até a nossa boca. É preciso sair da caverna e assumir mais riscos, mesmo sabendo que, pela natureza volátil do mercado, não há garantia de retorno”, explica.

Na prática, Passos está falando sobre a possível necessidade de rebalanceamento de carteira nesse novo cenário e de uma evolução na forma como o investidor pode buscar seus retornos. Isso não significa, entretanto, abandonar de vez a renda fixa. Quer dizer apenas que, quem quiser manter as mesmas rentabilidades do passado, pode aumentar a exposição da sua carteira ao risco do mercado.

“O Copom deixou claro que se trata de uma taxa de juro expansionista, focada na expansão de crédito para estimular a economia brasileira. Ou seja, os juros neste nível não devem durar para sempre”, avalia Passos.

Vale destacar também que o investimento em renda fixa não deixa de ser um componente importante na formação da reserva de emergência, aquele investimento de três a seis salários que deve ser feito por segurança para os momentos de imprevisto. O ponto de Passos é que, para manter a mesma rentabilidade que a renda fixa já trouxe um dia, o investidor poderá aplicar aquela parte do seu dinheiro, que não integra a reserva de emergência, em investimentos de maior risco.

“Vejo um movimento de paúra no mercado. Em vez de reagir de maneira mais racional, estamos tendo uma coleção de movimentos exagerados. Mas, no futuro, eles tendem a se normalizar, se suavizar um pouco. Em vez de agir de forma impulsiva, os investidores deveriam parar para olhar suas carteiras e analisar o quanto de risco estão assumindo”, avalia Passos.

O terceiro e último conselho do gestor para esse cenário de queda da Selic está relacionado à atenção que os investidores devem ter aos custos de suas aplicações. “Quando estamos ganhando muito dinheiro, nos preocupamos menos com o preço das coisas que compramos. Agora com a queda dos juros, é preciso tomar cuidado, por exemplo, com as taxas de administração dos fundos de investimento e ter certeza que não estamos pagando 2% ao ano para ter um retorno de 0,5% no mesmo período”, alerta.

Aproveitando a deixa de Passos, é importante lembrar que, para investir aqui na Pi Investimentos, você terá custos reduzidos. Além de termos alguns produtos sem taxas, como o Pi Selic, um fundo de investimento em títulos públicos atrelados à Selic, ao investir tanto em renda fixa quanto em fundos de investimento, você começa a participar do nosso programa de cashback.

Na prática, isso significa que você receberá de volta parte da quantia investida em Pontos Pi. Esses pontos são convertidos em dinheiro, que pode ser reinvestido. Como nós não trabalhamos com agentes intermediários, aqueles profissionais que fazem a ponte entre você e seus investimentos, nós achamos justo dividir parte dos nossos ganhos com nossos clientes.

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Leia também: 4 dicas de como investir bem em renda fixa

Redução da Selic para 3,75%: o que fazer com os investimentos?

Notícias sobre a redução da Selic têm sido muito comentadas nos últimos dias.

Tem site de notícias, blog, corretora, banco e até youtuber falando sobre a queda da taxa básica de juros para 3,75%. E claro: os jornais impressos e na TV também trouxeram suas análises sobre a redução da Selic.

No meio de tantas informações, é comum que muitos investidores fiquem confusos. O que fazer nesse momento de juros baixos? Que tipo de investimento realizar? Como buscar retornos diferenciados? Longo prazo ou curto prazo?

Nessas horas, é melhor buscar ajuda com quem sabe.

Conversamos com o gestor Dan Kawa, responsável pela carteira Tag Investimentos, para entender qual o melhor caminho.

Dan Kawa, responsável pela carteira TAG Investimentos

Ele explicou que o Comitê de Política Monetária (Copom) determina a taxa de juros levando em consideração a inflação atual e também as previsões para o futuro.

Se o Copom entender que a inflação vai permanecer abaixo da meta, ele tem espaço para cortar juros.

Foi o que aconteceu. A taxa básica Selic caiu pela quarta vez em menos de quatro meses. Se até 2016 o investidor estava acostumado com taxas de até 14% ao ano, agora ele vai precisar buscar outras opções.

“Agora, o investidor vai precisar fazer o dinheiro dele trabalhar. Não dá pra deixar o dinheiro parado no banco. Ele vai ter que procurar alternativas”, disse Dan.

Ele ainda afirmou que “tudo indica que novos cortes estão por vir”.

A poupança, por exemplo, que rende 70% da Selic, passará a ter rentabilidade de 2,62% ao ano. Quando descontamos a inflação, não sobra praticamente nada.

Dito isso, vou listar aqui três dicas fundamentais do Dan Kawa para que você busque retornos diferenciados.

1 – Talvez seja hora de assumir alguns riscos (mas com ajuda)

Com a redução da Selic para 3,75% uma alternativa para quem busca rentabilidade diferenciada é fazer investimentos um pouco mais arriscados, como no mercado de Renda Variável. Você inclusive verá por aí muitas afirmações sobre o momento favorável da Bolsa de Valores.

Isso é verdade, pois a economia brasileira ainda tem espaço para crescer e isso deve beneficiar as ações de muitas empresas.

Mas existem outras formas de investir em renda variável, como os fundos multimercados, que em muitos casos têm ações em suas composições.

O ideal aqui segundo Dan, é buscar ajuda de um profissional.

Um gestor, por exemplo, acompanha de perto o mercado financeiro e estuda para identificar oportunidades de investimento.

Ele analisa quais as ações com maior potencial na Bolsa, quais fundos de investimento são interessantes nesse momento e como montar um portfólio balanceado com o objetivo de ter um retorno atrativo nessa fase de juros baixo.

2 – Diversificação

“O mercado de renda variável é o que salta mais aos olhos, mas o ideal é um portfólio balanceado. E para isso você precisa de uma seleção de ativos”.

Fundos multimercado podem ser uma opção prática para diversificar sem precisar quebrar muito a cabeça.

Aqui, em vez de você tentar encontrar sozinho quais os melhores ativos e segmentos para investir, você contrata um gestor profissional para fazer isso para você.

Com juros baixos, diversificar sua carteira pode ser uma forma de buscar retornos diferenciados. Isso também ajuda a mitigar os riscos do seu investimento.

A carteira TAG Investimentos, gerida pelo Dan Kawa, tem como princípio básico a diversificação.

Ela nada mais é que um Fundo de Fundos (FOF), do tipo multimercado de longo prazo.

Dê só uma olhada na composição montada pelo Dan:

Cotas de fundos de ações, multimercados, crédito privado e até de investimento no exterior fazem parte da estratégia do Dan Kawa.

Vale lembrar que a aplicação mínima é de apenas R$ 100.

3 – Foque no longo prazo

Focar em carteiras de longo prazo foi a última dica do gestor.

O tempo pode ser um grande aliado para o seu dinheiro.

Isso permitirá que você aproveite ao máximo o poder dos juros compostos, o famoso juros sobre juros, e esteja menos suscetível às oscilações do curto prazo.

A projeção dos especialistas é que os juros devem continuar baixos por muito tempo no Brasil. E agora você já sabe que para buscar retornos diferenciados nesse período pode ser preciso traçar novas estratégias, buscar alternativas e arriscar um pouco mais.

Acreditamos que o gestor Dan Kawa e a carteira TAG Investimentos podem te ajudar a alcançar esse objetivo.

Afinal, o Dan está no mercado financeiro desde 2003, atuou nas maiores gestoras independentes do país e tem uma vasta experiência em administração de fortunas.

Para conhecer mais sobre essa alternativa para os juros baixos, é só clicar no botão abaixo.

Conhecer investimento agora

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Como começar a investir? Descubra agora

Como começar a investir é uma das perguntas que mais recebemos aqui na Pi.

E a resposta é: depende

Depende do seu momento de vida, dos seus objetivos e da sua disposição em assumir de riscos.

O primeiro passo: construir sua reserva de emergência

Imagine que você é uma empresa de móveis e que esse segmento apresentou muitas dificuldades nos últimos anos em relação à comercialização de madeira. 

O futuro do mercado ainda é incerto e você precisa do máximo de matéria prima para conseguir se manter produzindo. 

Qual a ação você tomaria?  

Muito provavelmente, encher seus estoques de madeira. 

Com os investimentos é bem parecido.

Antes de pensar em investimentos com potenciais de ganhos enormes e alto risco, é preciso estar respaldado de uma reserva de emergência.

O nome mesmo já diz: aquele dinheiro que você vai usar caso aconteça algum imprevisto na sua vida.

Para isso, é importante ter guardado de 4 a 6 salários em algum lugar seguro, que você possa resgatar todos os dias e, é claro, que renda diariamente. 

Se você é autônomo, o valor recomendado por especialistas é de 8 a 10 salários, pois a probabilidade de imprevistos é ainda maior.

Ah, e você não necessariamente precisa investir todos os meses, mas é importante que crie esse hábito e invista sempre que puder.

Se você ainda não tem a sua reserva, conheça o Pi Selic e comece a construir a sua.

Segundo passo: conquistar objetivos

Depois de construir uma reserva de emergência, a próxima etapa é começar a se planejar para alcançar aquele objetivo que sempre sonhou: construir uma casa, viajar, fazer um curso ou mesmo guardar para a sua aposentadoria. 

Nessa etapa, é importante que escolha algum investimento adequado ao prazo que quer realizar esse objetivo.

Exemplo: se quiser viajar em um ano, você deve escolher algum investimento com prazo de resgate para um ano. 

Em caso de Fundos, verifique sempre também a cotização de resgate, ou seja, o tempo que ele leva pra cair na sua conta. 

Importante sempre analisar também o risco. Geralmente, risco e retorno estão sempre atrelados. Mas fique atento e tenha em mente os seus objetivos, alguns deles você não pode arriscar, certo?

Se estiver planejando esses objetivos de médio e longo prazo, conheça Carteiras da Pi.

Elas são geridas por grandes especialistas do mercado que escolheram a dedo cada um dos fundos que a compõem e à disponibilizaram na plataforma da Pi.

Terceiro passo: quem arrisca não petisca!

Depois que já tiver a sua reserva de emergência construída e o seu dinheiro para conquistar os seus objetivos, é hora de arriscar um pouco mais. 

Quem já está nessa etapa sabe que aqui é uma montanha-russa. Pode ser que tenha épocas de muitos ganhos, mas podem existir perdas também e é preciso estar preparado pra isso.

Algumas opções para começar a investir aqui são Fundos de Ações, Multimercado ou Cambial, por exemplo.

A vantagem do Fundo é que tem sempre um gestor analisando o mercado e tomando as decisões por você. 

E aí, ficou um pouco mais fácil tomar uma decisão de onde investir?

Confira também um vídeo da nossa especialista de produtos, Gabriela Schor, explicando mais sobre onde investir:

Antes de realizar qualquer aplicação, verifique se ela está enquadrada no seu perfil de investidor.

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Política monetária na estreia do 3,14Cast | Ibiuna Investimentos

Mário Torós, sócio da Ibiuna Investimentos e ex-diretor de política monetária do Banco Central, foi o nosso convidado de estreia do 3,14 Cast, o podcast da Pi. Ele foi entrevistado por Felipe Bottino, nosso CEO, e abordou diversas questões sobre política monetária, câmbio e o cenário macroeconômico do Brasil e do mundo.

“É consenso que o mundo está vivendo um momento de desaceleração econômica. A questão é qual a intensidade dela. Na nossa visão, trata-se de uma desaceleração normal. Na Europa e nos EUA, as economias cresceram muito e atingiram um pico no meio de 2018. Agora, essas economias estão desacelerando, mas se trata de uma desaceleração cíclica e não de um desastre. Nesse cenário, os bancos centrais vão usar seus instrumentos de política monetária para estimular a economia em direção a um pouso suave”, explica Mário.

Nesse cenário, Mário explicou também uma das estratégias da Ibiuna. “Quando os juros estão subindo nos países, eu quero estar tomado na curva de taxas de juros naquele país. E quando está caindo, eu quero estar doado. O grande dinheiro ao operar, seguindo a política monetária, aparece quando você consegue identificar os momentos de inflexão. Quando os juros estão subindo, descobrir quando eles vão parar e cair. Ou, quando eles estiverem caindo, descobrir quando essa queda vai parar e se inverter para um movimento de alta.”

Mário explica que o entendimento da política monetária dos países favorece também as operações com o câmbio. “O principal determinante para uma taxa de câmbio é a diferença da taxa de juros entre os países”, afirma, contando que a Ibiuna opera curvas de taxas de juros e câmbio em diferentes partes do mundo, aproveitando o conhecimento do time em política monetária.

Em relação à desvalorização do real frente ao dólar nos últimos dois anos, Mário citou dois fatores principais. O primeiro foi o fortalecimento da economia norte-americana, que cresceu em ritmo mais rápido do que os outros países, paralelamente à valorização dos juros, que também subiram mais nos EUA do que em outras economias. Esse movimento levou a uma valorização do dólar ante todas as moedas globais, em maior ou menor grau.

O segundo fator diz respeito a uma peculiaridade brasileira: a forte queda da taxa de juros que, segundo o CEO da Ibiuna Investimentos , é vista como consistente. “Os juros brasileiros caíram em resposta a uma política econômica correta, com a política monetária e a fiscal andando juntas. Essa queda é muito expressiva e isso afetou também nossa taxa de câmbio”, justifica.

Sobre as perspectivas para a moeda brasileira, ele destaca a dificuldade de se fazer previsões, mas acredita que o dólar deve continuar forte ante outras moedas. “A não ser que a economia norte-americana comece a desacelerar, o que não parece ser o caso, o dólar deve continuar estável nos níveis atuais”, afirma.

O que é o 3,14 Cast?

Queremos que você fique mais perto dos gestores renomados que administram alguns dos fundos em que você pode investir aqui na Pi. Por isso, eles serão nossos convidados para uma série de bate-papos exclusivos. Que tal aproveitar essa oportunidade para conhecê-los melhor e entender as estratégias de investimento por trás dessas carteiras?

Você terá acesso a conteúdos em áudio e vídeo, especializados e gratuitos, produzidos por profissionais de mercado responsáveis pela gestão de grandes fortunas. Esta oportunidade está batendo à sua porta porque estamos entrando numa nova era do mundo dos investimentos.

Uma era que começou em sua versão 1.0, quando todos os investimentos eram concentrados nos bancos. O mercado evoluiu e surgiram os agentes intermediários, mais conhecidos como corretoras, inaugurando a versão 2.0 deste movimento.

Hoje, os tempos são outros. Com o seu protagonismo como investidor, a figura do agente intermediário torna-se desnecessária. Você não precisa mais que ninguém fique entre você e seus investimentos.

A Pi Investimentos faz parte dessa nova era. Seja bem-vindo à Revolução 3,14!

Ouça à integra do podcast com a Ibiuna Investimentos e outras gestoras clicando aqui.

Leia outros posts sobre o 3,14Cast clicando aqui.

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Como fazer o controle de riscos dos ativos? | Garde Investimentos

É quase senso comum que o brasileiro que investe não tem o hábito de investir suas economias em ações e prefere a renda fixa. É o seu caso? A grande questão é: no atual cenário de queda de juros, onde investir para obter rentabilidades diferenciadas? A Garde Investimentos pode te ajudar.

Não existe resposta certa ou errada para essa pergunta, mas a dica do CEO da Garde Investimentos, Marcelo Giufrida, para se chegar mais perto da resposta é: conhecer seu perfil de risco. Foi o que ele nos contou no Papo Fundo, do dia 9 de outubro.

“Ao mesmo tempo em que tentamos buscar retorno, temos que ter consciência que teremos que absorver um percentual de risco. É importante saber disso e também entender até onde vai seu desejo de se expor a esse risco. Todo investidor tem que saber a hora de limitar risco, entendendo que também haverá um limite de retorno. Só o próprio investidor pode responder isso”, explica Marcelo.

Todo mundo que se cadastra aqui na Pi precisa responder o formulário de suitability. São algumas perguntas que fazemos para te ajudar a conhecer seu perfil de risco. Ter consciência de quem é você no mercado de capitais é fundamental para que você consiga fazer as escolhas de investimento mais adequadas ao seu perfil de investidor.

Outra dica dada pelo Marcelo é dividir o dinheiro investido em caixinhas, cada uma exposta a um nível de risco diferente. “Para o dinheiro do dia a dia, para emergências, é bom não correr muito risco. Agora, para o dinheiro para um projeto de longo prazo, há potencial de ganho maior ao se assumir um pouco mais de risco, que se dilui ao longo do tempo”, afirma.

Devo investir em ações ou em fundo de ações?

A resposta para esta pergunta, assim como para boa parte das perguntas no mundo dos investimentos, é: depende.

“O investidor que decide ir por conta própria terá que estar disposto a se dedicar a essa tarefa e ampliará a cada dia seu repertório de análise para tomar boas decisões. Mas nem todo mundo tem esse tempo. Se a pessoa já tem a disciplina de separar uma parte dos seus recursos para investir, pode buscar um fundo, que tem um gestor e toda uma estrutura por trás. Os gestores são profissionais treinados, com experiência, e o custo do fundo não é tão alto perto do benefício que se pode ter”, explica Marcelo.

Sobre a Garde Investimentos

Com mais de R$ 6 bilhões sob gestão, a Garde Investimentos está há cinco anos cuidando do patrimônio de investidores de todo o Brasil. Na plataforma da Pi, oferecemos dois fundos da casa: o primeiro, de risco 4, é o Garde Dartagnan Fic Fim, que tem o objetivo de superar o CDI em 5%.

O segundo fundo, de risco 5, é o Garde Athos Long Biased Fic Fim, com maior foco em ações e disponível apenas para investidores qualificados (com mais de R$ 1 milhão investidos no mercado de capitais).

Leia sobre os outros Papo Fundos que rolaram clicando aqui.

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Somos a primeira corretora a atuar 100% na nuvem

Por Diogo Neves, CTO da Pi

Estamos muito felizes em anunciar que a Pi é a primeira corretora a atuar 100% na nuvem no Brasil. Isso significa que não temos nenhum data center, máquina ou local físico de nossa propriedade que contenha algum dado ou informação de cliente e de operações realizadas. Para garantir a máxima segurança, escolhemos a Amazon Web Services, unidade de negócios da Amazon.com, como fornecedora de infraestrutura na nuvem.

Quando começamos a desenhar a Pi, em março de 2018, logo em seguida, a primeira resolução que autoriza o uso de nuvem por instituições financeiras no País foi publicada pelo Banco Central, em 26 de abril de 2018. Desde o início, a Pi foi concebida para atuar 100% digital, entretanto, como fomos pioneiros neste formato, precisamos desafiar o status quo de alguns processos com órgãos reguladores.

A nuvem traz inúmeras vantagens, entre elas, a possibilidade de escalar a infraestrutura da empresa de forma rápida e fácil. A Pi é uma fintech e usa o DNA de startup para criar livremente as melhores soluções para os clientes. Se nosso número de correntistas dobrar em poucos dias, em 10 minutos conseguimos ampliar nosso ambiente produtivo. Além disso, ao atuar na nuvem conseguimos economizar e repassar isso para o nosso cliente. 

No modelo tradicional, normalmente as empresas possuem um data center e máquinas físicas. O cálculo da quantidade de servidores, firewall e máquinas é estipulado com base na expectativa de capacidade que a companhia espera atender nos primeiros meses ou anos. A questão é que é muito difícil acertar essa equação. Na maioria das vezes, ou a performance fica abaixo ou acima do esperado e, neste caso, ou você pagará por uma infraestrutura sem precisar de tudo aquilo ou seus serviços irão se transformar em um gargalo. 

A infraestrutura da AWS utiliza uma avançada defesa para ajudar a proteger a privacidade do cliente. Todos os dados são armazenados em data centers altamente seguros e o usuário pode controlar o uso de criptografia em todos os dispositivos. Além disso, os firewalls permitem criar redes privadas e o controle no acesso a instâncias e aplicativos.

Na prática, em termos de benefícios, isso significa mais agilidade, redução de custos, elasticidade, inovação e alcance global para as nossas operações.

Quer saber mais? Deixe um comentário para a gente.

Onde investir em cenário de juros baixos | Az Quest

Com quase 15 anos de história, R$ 250 bilhões sob gestão e atuação em mais de 14 países, a Az Quest foi a estrela do Papo Fundo do dia 2 de outubro. O CEO da gestora, Walter Maciel, foi entrevistado pela nossa especialista de Produtos, Gabriela Schor, e respondeu a perguntas sobre a estratégia da casa, além de alternativas de investimento no atual cenário de juros baixos.

Um dos fundos mais procurados da gestora é o Az Quest Luce, um fundo de renda fixa com crédito privado e histórico de retorno consistente, acima do CDI. O fundo investe 40% do seu patrimônio em títulos do Tesouro Direito e destina os 60% restantes em crédito privado de alta qualidade.

“Estou no mercado financeiro desde 1991. Sempre trabalhamos com juros de dois dígitos, 25%, 15% ao ano. Esse período de juros de um dígito, perto de 5%, é uma coisa nova. E isso vai mudar o metabolismo da economia brasileira. Devagarzinho, a confiança no país está voltando e quando os empresários voltarem a investir, não encontrarão o mesmo crédito farto no governo, que precisou se ajustar. Vão ter que vir a mercado, emitindo ações, emitindo títulos de crédito. Isso dará mais liquidez ao mercado de capitais e será bom para alguns fundos de investimento”, afirmou Walter Maciel.

Outro fundo da gestora que merece destaque é o Az Quest Ações FIC FIA, com valorização de 1.239% nos últimos 15 anos. Você já sabe que ganhos passados não são garantia de sucesso futuro, mas não dá para negar que o desempenho desse fundo chama muito a atenção, não é mesmo?

Na visão de Walter, o momento presente é favorável para o investimento em ações, mas sempre através de fundos. “Eu acho que as ações brasileiras estão muito baratas, acho que a bolsa brasileira tem tudo para bater 200.000 pontos nos próximos três anos”, afirma.

Além dos fundos de ações, o gestor destaca os fundos multimercado por conta da diversificação. “Os fundos multimercado podem comprar mais de um tipo de investimento e, numa empresa como a nossa que é multiproduto, as equipes estão sempre se falando. A equipe de macroeconomia fala com a equipe de crédito, que fala com a equipe de câmbio… Juntos, eles vão poder selecionar o melhor cavalo do momento”, explica.

Confira também os outros Papo Fundos que rolaram clicando aqui.

O que fazer com meu dinheiro do FGTS?

Se você tem saldo acumulado no FGTS, está agora diante de uma oportunidade de resgatar parte desses recursos. Está na dúvida se essa é uma boa ideia? Vamos te contar nesse post o que você pode fazer com seu dinheiro do FGTS.

Mas antes de trazermos algumas dicas de como você pode usar esse dinheiro, é importante que você entenda como sacá-lo. Primeiro ponto: você sabia que existem duas formas de sacar o FGTS? Uma é o saque imediato e a outra, o saque-aniversário.

O saque imediato só pode ser feito uma vez e é limitado a R$ 500 por conta ativa (do emprego atual) ou inativa (de empregos antigos). Já o saque-aniversário consiste no agendamento do resgate de parte do seu FGTS todos os anos, no mês do seu aniversário. O valor permitido para resgate varia conforme o saldo que você tiver lá. Confira a tabela:

Saldo do FGTSPercentual do saldo que pode ser sacadoParcela fixa que será adicionada
Até R$ 50050%***
R$ 501 a R$ 1.00040%R$ 50
R$ 1.001 a R$ 5.00030%R$ 150
R$ 5.001 a R$ 10.00020%R$ 650
R$ 10.001 a R$ 15.00015%R$ 1.150
R$ 15.001 a R$ 20.00010%R$ 1.900
Acima de R$ 20.001 5%R$ 2.900

Fonte: Site do FGTS

Por exemplo: se você tiver R$ 4.000 no FGTS, poderá sacar R$ 1.350, que corresponde a 30% de R$ 4.000 mais a parcela fixa de R$ 150.

O segundo ponto importante que você deve atentar são as datas limite para esse resgate. O saque imediato para os correntistas da Caixa começou em setembro e, no próximo dia 18 de outubro começa o prazo para os não correntistas. O calendário de saques vai até 31 de março de 2020, dependendo da sua data de aniversário. Confira o calendário completo:

Mês de aniversárioData de início do saque
Janeiro18 de outubro
Fevereiro25 de outubro
Março8 de novembro
Abril22 de novembro
Maio6 de dezembro
Junho18 de dezembro
Julho10 de janeiro
Agosto17 de janeiro
Setembro24 de janeiro
Outubro7 de fevereiro
Novembro14 de fevereiro
Dezembro6 de março

Fonte: Site do FGTS

Para o saque-aniversário, o período de adesão começou na última terça-feira (1 de outubro). Assim como no saque imediato, a adesão é opcional e deve ser solicitada pelo site ou pelo aplicativo da Caixa, informando seu CPF.

O terceiro ponto de atenção é que ao optar pelo saque-aniversário, você abre mão de receber o saque rescisão, ou seja, não poderá mais retirar o saldo total da sua conta do FGTS se for demitido. Em caso de demissão, você terá acesso apenas à multa de 40%.

Vale destacar que essa opção é reversível. Se você optar pelo saque-aniversário e se arrepender, poderá voltar para a opção de saque rescisão depois de 24 meses.

Vale a pena sacar o dinheiro do FGTS?

Agora que você já sabe como funciona toda a parte burocrática, vamos ao que interessa: afinal, vale mesmo a pena sacar o dinheiro do FGTS?

No ano passado, o FGTS rendeu 3% ao ano. Para você ter uma ideia, ele perdeu para a inflação, que ficou em 3,75%, e também para a poupança, que valorizou 4,75%. Isso significa que se você tiver o dinheiro do FGTS em mãos você terá autonomia para fazer diferentes escolhas de investimentos.

Uma das opções possíveis é o Tesouro Selic, um título do Tesouro Direto, o programa de financiamento da dívida pública do governo federal. Quando você investe no Tesouro, na prática, você está emprestando dinheiro para o governo pagar suas contas e financiar seus projetos para o País.

Só tem um porém: para investir no Tesouro Direto, uma parte da sua rentabilidade será perdida. Pouca gente fala sobre isso, mas, nesse investimento, há uma cobrança de taxa de 0,25% ao ano.

Aqui na Pi Investimentos, você tem a possibilidade de investir em um fundo que investe nos mesmos títulos públicos atrelados à Selic (taxa básica de juro), maaaas… sem precisar pagar essa taxa de 0,25% ao ano.

Estou falando do Pi Selic, um fundo de investimento sem taxa. Nem para investir, nem para manter, nem para resgatar. E não se preocupe: depois que você investir, se você precisar do dinheiro, você pode resgatá-lo no mesmo dia ou no máximo em um dia útil. Vale lembrar que este investimento é risco 1 (o mais baixo que temos aqui na Pi).

Outros investimentos até R$ 500?

O investimento no Pi Selic pode ser uma opção para quem ainda não construiu sua reserva de emergência, aquele colchão de quatro a seis salários que os consultores financeiros recomendam que cada um de nós tenhamos para nos proteger de eventuais imprevistos, como necessidades médicas, perda de emprego ou qualquer outra despesa inesperada.

Mas se você já tem essa reserva e está procurando outros tipos de investimento para aplicar seus R$ 500 do FGTS, aqui na Pi você também encontra várias opções de fundos com investimento inicial de R$ 30 a R$ 500. Confira algumas delas:

Conheça também nossas carteiras que se enquadram na faixa de investimento inicial de até R$ 500:

Conheça aqui nosso portfólio completo de investimentos.

Leia também:

E aí? Essas informações te ajudaram a tomar uma decisão sobre o seu FGTS? Conta aqui pra gente nos comentários!

Material Publicitário. Para mais informações clique em www.vemprapi.com.br. OS INVESTIMENTOS APRESENTADOS PODEM NÃO SER ADEQUADOS AOS SEUS OBJETIVOS, SITUAÇÃO FINANCEIRA OU NECESSIDADES INDIVIDUAIS. O PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO API – ANÁLISE DE PERFIL DO INVESTIDOR É ESSENCIAL PARA GARANTIR A ADEQUAÇÃO DO PERFIL DO CLIENTE AO PRODUTO DE INVESTIMENTO ESCOLHIDO. LEIA PREVIAMENTE AS CONDIÇÕES DE CADA PRODUTO ANTES DE INVESTIR.