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ETF: o que é, como investir, suas vantagens e riscos

Francisco Holanda. 26/03/2020

Caso você esteja começando a analisar a possibilidade de investir em renda variável, e é um investidor iniciante, o Exchange Traded Funds (ETF) é uma forma diferente de investir nesse ambiente.

Ao pensar em investir na bolsa, a primeira coisa que vem à cabeça é o investimento em ações das grandes empresas, como Vale, Petrobras, Ambev e Magazine Luíza, que são algumas das gigantes do mercado. 

Mas outras opções que também existem na bolsa são os contratos futuros, as opções e também os ETFs, que iremos entender mais a fundo nessa matéria. 

Aqui você irá entender como os ETFs podem ser uma alternativa para investidores, e como ele é uma opção interessante para quem deseja diversificar sua carteira através de uma gestão passiva. 

O que você irá conferir: 

O que é um ETF? 

ETF é a sigla em inglês para Exchange Traded Funds que são fundos, cujas cotas são negociadas na bolsa de valores, como se fossem ações, no Brasil também são chamados de fundos de índices, e na prática eles são fundos que buscam replicar o desempenho de um indicador, como o Ibovespa ou o IBrX. 

Se o Ibovespa, por exemplo, sobe 10% em um mês o ETF – que busca replicá-lo –  terá um desempenho parecido com esse índice. Caso ele se desvalorize, o mesmo irá ocorrer com as cotas do ETF que o investidor possui. 

Em outras palavras, o ETF nada mais é do que um fundo de investimento onde quem é responsável pela tomada de decisões é um gestor profissional do mercado. Ele é composto pelas ações do índice o qual esse fundo busca replicar, e alguns outros ativos em menor proporção. Ou seja, o BOVA11, por exemplo, um dos ETFs mais conhecidos do mercado, é um ETF que replica as mesmas ações do Ibovespa.

Uma vez que a composição do ETF é a mesma do índice, o objetivo desse fundo é atingir rendimentos similares àquele índice.

Assim como outros fundos de investimentos, ao comprar um  ETF você está comprando cotas do fundo, e cada cota é uma pequena parcela de todos os ativos que compõem aquele índice. Ou seja,  ao optar por essa opção, o investidor está investindo em um grupo de ações, sem que ele necessariamente faça a compra de cada ativo de forma individual. 

Assim, o que torna o ETF um investimento prático é o fato de que, ao investir nele, o investidor não precisa administrar todas suas ações individualmente e nem arcar com o custo para compra e venda dos papéis, de forma a manter a composição do índice de referência.

A rentabilidade do ETF é dividida igualmente entre os cotistas, de acordo com o valor investido por eles. Os preços das cotas irão variar de acordo com o preço das ações que o compõe. Se o índice está subindo, as cotas irão se valorizar, e vice-versa.

No Brasil, esse tipo de investimento é considerado algo recente. Foi lançado em 2004, enquanto nos EUA já é negociado desde 1993. 

Entenda mais sobre o Índice Bovespa:

Quando vale a pena investir em ETF?

Ao conhecer mais sobre esse tipo de ativo é preciso saber também se vale a pena para você ou não investir nele. 

Investir em ETF pode ser uma opção para os investidores que buscam diversificar sua carteira de ações, sem necessariamente se expor a tomada de decisão diretamente, uma vez que quem toma as decisões do fundo é o próprio gestor. 

Além disso, ao optar por um ETF, o investidor passa a aplicar em algo com gestão passiva, que diferentemente de uma gestão ativa (que busca ultrapassar um índice de referência), busca apenas replicar um índice.

Ao mesmo tempo, o investidor deve saber que não poderá escolher ou opinar na composição da carteira do ETF. Quem faz as alocações dos papéis é única e exclusivamente o gestor.

Uma das maiores vantagens de se investir em ETF é a diversificação, uma vez que o fundo é composto por diversos papéis de setores diferentes. A partir disso, é possível que o investidor escolha um ETF que esteja alinhado com seus objetivos. 

Se por exemplo, ele deseja investir nas gigantes do mercado, pode optar por um fundo referenciado no Ibovespa. Caso seu interesse seja em small caps, poderá optar por um ETF cujo índice é o SMLL, como o SMAL11, que investe nas empresas desse índice.

Outra vantagem é a volatilidade baixa dos ETFs. Como o fundo possui uma grande diversidade de papéis, a exposição ao risco torna-se relativamente menor. Se uma ação do fundo possui alta volatilidade, haverão outras que poderão manter um equilíbrio, possuindo maior estabilidade. 

Além disso, um ETF ainda ganha destaque por ser uma forma mais barata de ter acesso a diversas ações de um indicador.

Outras características comuns sobre as ETFs são:

Transparência

O ideal é que o investidor adquira um ETF sabendo os ativos que fazem parte dele, isso irá permitir que ele acompanhe e analise o rendimento do seu investimento. Boa parte dos ETFs publicam as suas reservas diariamente e informam os resultados de rendimento trimestralmente.

Dessa forma, quem investe em ETF pode ter uma visão completa de todas as informações antes de adquiri-lo e, uma vez que tenha aplicado, poderá acompanhar os resultados atuais do fundo e entender qual seu desempenho em relação ao índice de referência ao qual o ativo persegue.

Essa transparência poderá assegurar aos investidores maior confiança sobre como o dinheiro deles está sendo investido e gerenciado.

Tributação:

Uma característica fundamental do ETF diz respeito à sua tributação. Ao vender um ETF, o investidor precisará pagar o Imposto de Renda (IR) de 15% sobre o lucro, diferentemente do mercado de ações, no qual o investidor pessoa física que ali aplica têm isenção do IR em vendas que não ultrapassem R$ 20 mil por mês.

Liquidez

Esse tipo de investimento ainda não é tão tradicional e por isso, existe uma parcela de ETFs que apresentam pouca liquidez no mercado. Isso quer dizer que o investidor poderá ter dificuldade na hora de encontrar alguém interessado em comprar suas cotas.

Flexibilidade

Os investidores que investem em ETFs possuem a flexibilidade de compra e venda sempre que o mercado estiver funcionando, o que é uma das vantagens deste ser um ativo negociado em bolsa.

Assim como as ações, os ETFs podem ser utilizados em diversas estratégias, como buy and hold (comprar e manter) ou até utilizados para negociações no curto prazo, com o chamado day trade.

Risco

Assim como todos os ativos em renda variável, o ETF também está exposto aos riscos de volatilidade e liquidez principalmente.

O risco de volatilidade diz respeito a variação dos preços dos ativos, bem como as ações que podem apresentar resultados positivos ou negativos em um curto período de tempo de acordo com o humor do mercado.

Já o risco de liquidez se refere a dificuldade em que o investidor poderá ter de vender seus ativos em caso de grande desvalorização ou até mesmo por possuir um ativo que já não é muito negociado no mercado.

Quem pode investir em ETF?

Na teoria todo investidor que possui conta em uma corretora com home broker poderá negociar ETFs.

Já na prática, para investir nesse tipo de ativo, é fundamental com que o investidor conheça seu perfil perante o teste suitability (perfil de investidor) que irá desenhar sua aptidão aos riscos do mercado financeiro.

Por ser um investimento em renda variável, os riscos serão maiores do que investimentos em renda fixa, por exemplo, e por isso, é comum com que investidores que invistam nesse ativo possuam um perfil mais arrojado, ou seja, aqueles com mais estômago para o sobe e desce diário da bolsa.

Rentabilidade de um ETF

Da mesma forma que ações e contratos futuros, um ETF também é um investimento de renda variável. Ou seja, diferentemente da renda fixa, não é possível antecipar quanto o investidor poderá ganhar ao final de sua aplicação nesse ativo.

De forma simples, é necessário que as ações que compõem o fundo se valorizem, para que assim você obtenha lucro por meio de suas cotas. Mas, como a volatilidade do mercado pode atuar tanto para cima quanto para baixo, realizar previsões concretas é praticamente impossível.

Mas, para obter lucro com um ETF, é necessário que o investidor consiga vender suas cotas para outro, por um preço maior do que ele pagou na compra. 

Também é importante que o investidor lembre que existem ações que pagam dividendos, isto é, que distribuem parte dos lucros de sua empresa para os acionistas. Ao investir por meio de um ETF, o valor desses dividendos não é repassado ao investidor diretamente, e sim ao fundo, que reinveste o valor para comprar mais ações.

Diferença entre ETF e fundos de ações 

Os ETFs combinam características de ambos os ativos. Assim como um fundo de ações, ao comprar uma cota o investidor está comprando na verdade um portfólio de ações ou títulos.

Sua principal diferença é que como o ETF é aplicado como uma ação, isso significa que o investidor pode comprar e vender um ETF durante todo o dia, desde a abertura até o fechamento do mercado.

Algumas outras diferenças são: 

Acompanhamento diário

Os ETFs apresentam suas informações em tempo real, tendo em vista que são negociadas na B3, exatamente igual a uma ação. Ou seja, é possível monitorar a cotação do momento, o gráfico de rendimentos, volume, entre outras informações úteis. Por outro lado, os fundos de ações, possuem cotas que são calculadas no fechamento do dia e divulgadas apenas no dia seguinte, geralmente os gestores publicam seus resultados mensalmente.

Taxa de administração

Os valores cobrados dos investidores para a taxa de administração variam, mas pode-se afirmar que, em geral, os ETFs tradicionalmente apresentam taxas mais baixas do que os fundos de ações. O BOVA11, por exemplo, tem uma taxa de 0,54% ao ano, enquanto muitos dos fundos podem cobrar valores de aproximadamente 2%. 

Portfólio

Em geral, os ETFs contam com um número maior de ativos em seu portfólio. Isso garante com que haja uma aderência mais próxima ao índice de referência. Os fundos de ações, por outro lado, não precisam necessariamente comprar ações que sejam de um índice específico, o que faz com que o gestor tenha liberdade para buscar por outros papéis. 

Aplicação mínima

A aplicação mínima pode ser um impedimento para muitos investidores nos fundos de ações. Em muitos fundos há um valor mínimo para ser aplicado. É comum, por exemplo, encontrar fundos que aceitam aplicações de no mínimo, R$ 20 mil.

Por outro lado, para comprar um ETF, basta ter capital suficientes para adquirir uma cota. O BOVA11, por exemplo, muitas vezes é negociado abaixo dos R$ 100, o que permite aplicações com um valor muito mais baixo.

Entenda mais sobre: Fundos de ações: tudo que você precisa saber

Custos para investir em um ETF

Algo fundamental antes de escolher um investimento é estar ciente sobre os custos de cada aplicação. Taxas muito altas podem prejudicar os rendimentos do ativo, por isso, é importante pesquisar bastante entre as corretoras antes de começar a investir, pois elas podem oferecer valores diferentes umas das outras.

Quando você decide investir em um ETF, você provavelmente terá que pagar por quatro taxas:

Taxa de corretagem

Cobrada por algumas corretoras de valores quando o investidor realiza uma transação que envolve uma ação, seja de compra ou de venda. A taxa de corretagem pode ser definida por um preço fixo, uma porcentagem sobre o valor da transação ou ser híbrida, ou seja, conter uma parte fixa e uma parte percentual.

Taxa de custódia

Pode ser cobrada pelas corretoras de valores e também pela B3 com a finalidade de cobrir custos operacionais pela segurança dos ativos de cada investidor.

Entenda mais sobre: Taxa de custódia: o que é e para que serve?

Taxa de emolumentos

Os emolumentos também são cobrados por operação realizada, porém a cobrança é feita pela B3 e pela CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia).

Taxa de administração

Cobrada anualmente, ou mensalmente de forma proporcional, essa taxa depende da gestora e do administrador do fundo e do próprio ETF. Normalmente, o valor cobrado pode variar entre 0,20% a 0,80% do valor do investimento e serve para remunerar o gestor por seu trabalho. 

Como investir em ETF?

Investir em ETFs é relativamente simples, ainda mais se você já está acostumado a comprar ações. O processo funciona da mesma forma: 

1 – Abra conta uma corretora; 

2 – Faça uma TED da sua conta corrente para a corretora;

3-  Acesse o home broker da plataforma; 

4 – Selecione o ETF que deseja comprar; 

6 – Selecione o valor que deseja investir, ou seja, o tanto de cotas que você deseja adquirir e pronto.

Lembre-se que antes de investir, você deve analisar o índice de referência que aquele ETF irá perseguir. Compare os resultados que a carteira já obteve com o seu indicador de referência para saber se são satisfatórios ou não. 

Para te ajudar, trouxemos abaixo todas as ETFs que estão listados na bolsa atualmente. Confira: 

Fonte: B3 em 09.03.2020.

Os melhores ETFs de 2019

Atualmente, os ETFs mais negociados são os que espelham a carteira do Ibovespa, índice com as ações mais negociadas na bolsa, com alto volume de liquidez e de capital na bolsa. 

Apesar da importância que os investidores atribuem a esse índice, que é usado como termômetro da bolsa brasileira, esse vem perdendo para outros índices no quesito rentabilidade quando comparado. Em 2019, é possível observar que o Ibovespa teve ganhos modestos em relação à maioria das outras ETFs.

Confira a tabela do Valor Investe com as rentabilidades das ETFs em 2019: 

Fonte: Valor Investe 09.03.2020

No acumulado do ano, é possível observar o ETF de Small Caps, formado por ações de empresas menores como Via Varejo, Light ou CVC, que obteve ganhos de 26,9% até setembro de 2019. O ETF de Ibovespa, por outro lado, se valorizou em 18,6% no mesmo período.

Em contrapartida, também é possível observar o ETF que ficou no negativo, e que espelha o índice de commodities, que são matérias-primas para a indústria. O chamado IMAT inclui empresas como a Vale, Suzano e Gerdau.

De forma geral, vemos que existem muitos outros índices na bolsa além do Ibovespa. Outros como do setor financeiro, de sustentabilidade, governança ou dividendos também chamam a atenção de muitos investidores.  

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  1. José Antonio de Menezes

    Gostei muito do conteúdo, das informações e das explicações.

    Responder

    • Redação PI

      Olá, José! Que bom! Ficamos felizes! Conte pra gente sobre o que mais gostaria de saber e a gente coloca aqui!

      Responder

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