Como os fundos escolhem suas ações? | Indie Capital

Você já teve vontade de conhecer mais sobre as estratégias de investimento dos fundos de ações? 

Afinal, sempre ouvimos as vantagens de se investir nesse tipo de investimento, mas dificilmente conhecemos de perto como os gestores desses fundos trabalham.

No último Papo Fundo, Gabriela Schor entrevistou Daniel Reichsul e Felipe Montagna, cofundadores e gestores da Indie Capital, uma asset com quase sete anos de história no mercado e que possui foco em ações. 

Na conversa, os gestores falaram sobre a estratégia long only, utilizada no fundo de ações INDIE FIC FIA, que está disponível em nossa plataforma. Essa estratégia consiste na compra de ações, na espera de que haja valorização e assim uma alta em seus preços.

Eles explicaram como escolhem as empresas que irão fazer parte do portfólio do fundo e a importância de uma análise aprofundada sobre cada uma delas. 

Em geral, o fundo de ações da Indie Capital é clássico e possui em seu portfólio entre 20 a 25 empresas que são escolhidas por meio de uma estratégia quantitativa e qualitativa, com os seguintes critérios: 

1°- Os gestores analisam a qualidade do produto que essas empresas oferecem e como esse produto satisfaz seus clientes acima dos concorrentes que ela possui. Logo, analisa-se a capacidade que a empresa possui em entregar um bem com maior valor do que a concorrência e como essa empresa tende a ganhar mais mercado. 

2° – Os gestores também buscam por empresas que possuem um alinhamento e boa capacidade de execução entre os sócios. Em outras palavras, buscam saber a qualidade do time dessas empresas e de seus gestores e acima de tudo se há uma estratégia coerente e clara e um alinhamento com seus acionistas. 

3° – O fundo busca por empresas que sejam rentáveis e que possuam um potencial de crescimento a longo prazo, por isso visam a estratégia long only, que se baseia na compra de ações baratas na espera de uma valorização. Essas empresas buscadas pelos gestores em geral, são empresas que possuem potencial de crescimento em mercados menores, ou seja, que se destacam e crescem em setores pequeno. 

4° – O preço da ação dessas empresas deve possuir segurança, para servirem como colchão amortecedor de riscos que ocorrem ao investir nessas ações. 

Daniel e Felipe ainda discutiram sobre o cenário atual do País e como isso poderá afetar positivamente o mercado de ações, uma vez que com o ciclo econômico do país normalizado, elas tendem a possuir menor volatilidade. 

Assistindo a live, você confere também recomendações dos gestores para as ações mais “queridinhas” do momento e, ainda, se vale mais a pena investir em ações ou fundos de ações. 

Quer conferir mais do que rolou na conversa com a Indie Capital? Não deixe de assistir a íntegra.

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