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Fundos de investimento: saiba tudo sobre o assunto

Redação Pi. 19/11/2019

Você conhece os diferentes tipos de fundos de investimento?

Os fundos de investimento são uma modalidade de aplicação financeira muito comum em nosso país. Eles reúnem os recursos de vários investidores, chamados de cotistas

Em outras palavras, podemos dizer que os fundos são como um condomínio, que reúne recursos de diversos investidores (cotistas) permitindo aplicações em uma variada cesta de ativos. Esses fundos são compostos por diferentes tipos de investimento tais como: títulos públicos, renda fixa privada, ações, commodities entre outros.

Para que você entenda como eles funcionam e quais são os diferentes tipos de fundos, preparamos este post com todas as informações necessárias.

Descubra quem pode investir nessa modalidade e conheça as vantagens e desvantagens de cada um!

Você irá conferir:

O que são fundos de investimento?

Há um ditado que diz: “Juntos somos mais fortes”. No mundo dos investimentos, ele faz total sentido — principalmente quando se trata de fundos.

Os fundos funcionam como condomínios residenciais. Nesse caso, cada investidor é dono de uma cota (apartamento) e paga a um gestor (síndico) para administrar o montante (condomínio), fazendo o dinheiro render.

Da mesma maneira que ocorre em condomínios, há regras para o funcionamento de um fundo de investimento. As regras são aplicadas igualmente a todos os cotistas.

Quando você compra a cota de um fundo, concorda com as regras de funcionamento, que podem ser:

Sobre o valor pago ao gestor do fundo, trata-se da taxa de administração. Desse modo, você terceiriza o trabalho de gestão para alguém que entende do assunto.

Quem é o gestor de um fundo de investimento?

O gestor, independente do tipo de fundo de investimento, tem a função de administrar os recursos diariamente. Ele é o profissional responsável pela seleção e manutenção da carteira de investimentos, assim como o controle de risco e retorno da carteira, sempre levando em consideração as regras e objetivos definidos em regulamento. Ele precisa ser credenciado pela Comissão de Valores Mobiliários, ou CVM.

Cabe ao gestor acompanhar diariamente os recursos do fundo que administra, avaliando as oportunidades, considerando as opções existentes e analisando os fatores externos, como acontecimentos políticos e econômicos, entre outros.

Suas ações são pautadas pelo regulamento do fundo, ou seja, por mais autonomia que tenha, o gestor não pode tomar decisões que vão contra o estabelecido em regulamento.

O que são e como funcionam as cotas?

A cota é uma parcela ou fração de um fundo. Com a somatória de todas as cotas dos investidores chegamos no patrimônio total de um fundo de investimento.

Para sabermos o valor de uma cota, dividirmos o patrimônio líquido do fundo pela quantidade de cotas que existem no fundo.

O sistema de cotas possibilita a divisão e repasse nas oscilações de cada fundo. Em outras palavras, sem as cotas seria praticamente impossível, diferenciar a participação que cada investidor possui no fundo.

Essa estrutura de cotas permite que todos os investidores, ou cotistas, possam ter a mesma rentabilidade. Porém, nem todos os cotistas terão, necessariamente, a mesma rentabilidade, a depender do número de cotas que cada cotista possui. Além disso, é importante lembrar que o dinheiro que você investe não se mistura com o de outros, pois o fundo é uma instituição independente com CNPJ independente e cada cota é registrada sob o seu CPF.

Diariamente, o valor unitário das cotas pode mudar, provocando variações de rentabilidade. 

Para que você saiba o valor atual do seu investimento, basta multiplicar o valor atual da sua cota, pela quantidade de cotas que possui.  

Quem pode investir nos fundos de investimento?

Qualquer pessoa pode investir em fundos. Nesse sentido o modo mais fácil de fazer isso é abrindo uma conta em uma corretora — ação simples que pode ser feita online, sem sair de casa.

Na Pi Investimentos , você não precisa ter uma conta para ver o catálogo de produtos financeiros. Ou seja, é possível comparar diferentes tipos de fundos de investimento, ver a previsão de rentabilidade e tomar decisões antecipadamente.

Para abrir uma conta, basta preencher o formulário com seus dados e enviar um documento com foto. Esse documento pode ser Registro Geral (RG), Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou documentos de entidades de classe como OAB, CRC e outras.

O processo é simples. Assim que preencher todas as informações e enviar o documento solicitado, você receberá um e-mail de notificação e aprovação do seu cadastro. A partir daí, terá os dados da conta e poderá realizar a primeira transferência.

O valor transferido para a conta da Pi pode ser aplicado em cotas de fundos ou em outras modalidades de ativos financeiros.

Como escolher bons fundos de investimento?

O bom investimento é aquele que alcança seus objetivos.

Ter um profissional para administrar seus investimentos é convidativo para essa modalidade de aplicação, mas existem alguns fatores que devem ser considerados antes de comprar suas primeiras cotas. Vamos lá?

1.Tenha um objetivo

A escolha de um bom fundo de investimento faz parte da determinação dos seus objetivos. Por isso, pense no valor que tem disponível para investir, em quanto tempo deseja obter a rentabilidade desejada e o nível de risco disposto a assumir.

2. Conheça os tipos de fundos de investimento

Os fundos têm diversas classificações, entre elas: renda fixa, ações, câmbio e multimercado. Posteriormente detalharemos cada um.

Tipos de fundos de investimento

Antes que detalhemos os tipos de fundos, precisamos te contar que o melhor é aquele que se adequa a seus objetivos. Como são cestas de investimentos, é interessante observar o que compõe os fundos.

Além disso, é importante ressaltar, ainda, que fundos de investimento não possuem cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Confira os diferentes tipos de fundos de investimento:

Fundos de Renda Fixa

Esse é o tipo de fundo de investimento composto por, no mínimo, 80% de títulos em renda fixa. Os títulos podem ser tanto prefixados como pós-fixados.

Por essa característica normalmente seus rendimentos são mais constantes e previsíveis, acompanhando as taxas de juros do mercado (como a Selic, por exemplo), ou os principais índices de inflação. 

Existem diversas classificações nos fundos de renda fixa, tais como: 

Fundos de Ações

Os fundos de ações possuem carteiras de ativo de renda variável. Sua rentabilidade varia conforme o desempenho dos ativos que compõem a carteira do fundo, ou seja, não há como prever sua rentabilidade.

É uma opção para quem deseja investir na Bolsa de Valores, mas sem a necessidade de comprar diretamente as ações de determinada empresa.

Por isso os fundos de ações são compostos por, no mínimo, 67% de ações e a gestão do fundo pode ser tanto ativa quanto passiva.

Você pode encontrar fundos de ações com os seguintes focos:

Esse tipo de fundo de investimento é voltado para investidores mais suscetíveis a riscos, ou seja, moderado à agressivo, pois a rentabilidade de um período anterior não dá garantias de retorno futuro.

Outro ponto importante é que os fundos de ações, não possuem “come cotas”. Ou seja, o imposto de renda é retido no momento do resgate com uma taxa fixa de 15% sobre os rendimentos.

Fundos Imobiliários

Por outro lado, os fundos imobiliários são compostos por investimentos com foco no setor imobiliário. 

Por isso, eles são classificados da seguinte maneira:

O objetivo de um fundo imobiliário é obter a maior rentabilidade possível. Por isso, parte desses fundos adota a estratégia de compra de imóveis para aumentar o lucro por meio da locação de espaços. O lucro também aumenta quando há valorização desses espaços.

No caso dos fundos de papel, a estabilidade pode ser maior, pois ele é composto por aplicações em renda fixa. Então, o cotista pode ter como vantagens a facilidade de investir, a possibilidade de vender suas cotas a qualquer momento, a oportunidade de diversificar seus investimentos, boa rentabilidade e isenção de Imposto de Renda.

Contudo, investir em fundos imobiliários possui, dentre outros, o risco da volatilidade. Notícias negativas sobre o setor, por exemplo, provocam queda no valor dos papéis.

Fundos Multimercado

Estes fundos são para investidores que desejam ter uma carteira de investimentos diversificada. Isso se dá, pois eles podem ser compostos por aplicações de diversos tipos, como Renda Fixa, Câmbio, Ações e outros.

Uma das vantagens desses fundos é que o gestor tem mais liberdade para montar a cesta de investimentos, baseando-se no objetivo do fundo.

Ainda assim, para escolher o seu fique atento ao prospecto, para ver se você tem objetivos comuns com o fundo desejado. Observe o nível de risco, a aplicação inicial exigida, a movimentação mínima e o histórico de rentabilidade.

Fundos Cambiais

Os fundos cambiais são compostos, em no mínimo 80%, por aplicações baseadas em moedas estrangeiras, ou seja, dólar, euro, libra e outras. O dólar, inclusive, é o principal índice de comparação desses fundos.

O objetivo dos fundos cambiais é a manutenção do poder de compra do investidor no mercado internacional. Portanto, se você possui R$ 20 mil para passar o mês na Europa, mas o euro sobe até a data de viagem seu dinheiro desvaloriza.

Mas quando você aplica nesse fundo, consegue proteger seu poder de compra. O desempenho positivo ou negativo dependerá da estratégia desse tipo de fundo de investimento, portanto, é importante ler seu prospecto antes de investir.

É provável que você encontre a variação cambial que exerce influência sobre as cotas. Sendo assim, o ideal é entender os fatores que afetam essa moeda.

Como se trata de um fundo muito prático, basta escolher aquele cujo objetivo está alinhado com o seu. Para escolher com inteligência, verifique o histórico de rentabilidade e verifique quem é o gestor por trás das decisões..   

Fundos Referenciados

A principal característica dos fundos referenciados é a tentativa de acompanhar ou replicar o desempenho de um índice de referência. 

Assim esses fundos são compostos por, no mínimo, 95% de ativos que acompanham índices de referência, sendo os mais comuns o CDI e o de inflação IMA-B

Fundos da Dívida Externa

Esses fundos são compostos por, no mínimo, 80% de aplicações em títulos de dívida do Brasil, que são negociados no mercado internacional. O restante, geralmente, é aplicado em outros títulos, mas de crédito — também negociados internacionalmente, independentemente de serem ou não emitidos no Brasil.

Esse tipo de fundo de investimento é o meio mais fácil para adquirir papéis da dívida externa, que por sua vez, são fornecidos pela União.

Portanto se você busca retorno de médio a longo prazo, essa pode ser uma boa opção.

Além disso, precisamos mostrar o impacto das alíquotas do Imposto de Renda sobre a rentabilidade dos fundos. Isso pode acontece r de duas formas.

Os fundos de curto prazo, compostos por uma carteira com títulos cujo prazo médio é igual ou inferior a 365 dias:

Já os fundos de longo prazo, ou seja, cujo prazo médio supera 365 dias, recebe as seguintes alíquotas do Imposto de Renda:

Por fim, agora que você conhece os diferentes tipos de fundos de investimentos, conheça as opções para investir aqui na Pi!

Leia também:

Material publicitário. Para mais informações, acesse aqui. Os investimentos apresentados podem não ser adequados aos seus objetivos, situação financeira ou necessidades individuais. O preenchimento dos formulários API – Análise de Perfil do Investidor é essencial para garantir a adequação do perfil do cliente ao produto de investimento escolhido. Leia previamente as condições de cada produto antes de investir.

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