Onde investir em cenário de juros baixos | Az Quest

Com quase 15 anos de história, R$ 250 bilhões sob gestão e atuação em mais de 14 países, a Az Quest foi a estrela do Papo Fundo do dia 2 de outubro. O CEO da gestora, Walter Maciel, foi entrevistado pela nossa especialista de Produtos, Gabriela Schor, e respondeu a perguntas sobre a estratégia da casa, além de alternativas de investimento no atual cenário de juros baixos.

Um dos fundos mais procurados da gestora é o Az Quest Luce, um fundo de renda fixa com crédito privado e histórico de retorno consistente, acima do CDI. O fundo investe 40% do seu patrimônio em títulos do Tesouro Direito e destina os 60% restantes em crédito privado de alta qualidade.

“Estou no mercado financeiro desde 1991. Sempre trabalhamos com juros de dois dígitos, 25%, 15% ao ano. Esse período de juros de um dígito, perto de 5%, é uma coisa nova. E isso vai mudar o metabolismo da economia brasileira. Devagarzinho, a confiança no país está voltando e quando os empresários voltarem a investir, não encontrarão o mesmo crédito farto no governo, que precisou se ajustar. Vão ter que vir a mercado, emitindo ações, emitindo títulos de crédito. Isso dará mais liquidez ao mercado de capitais e será bom para alguns fundos de investimento”, afirmou Walter Maciel.

Outro fundo da gestora que merece destaque é o Az Quest Ações FIC FIA, com valorização de 1.239% nos últimos 15 anos. Você já sabe que ganhos passados não são garantia de sucesso futuro, mas não dá para negar que o desempenho desse fundo chama muito a atenção, não é mesmo?

Na visão de Walter, o momento presente é favorável para o investimento em ações, mas sempre através de fundos. “Eu acho que as ações brasileiras estão muito baratas, acho que a bolsa brasileira tem tudo para bater 200.000 pontos nos próximos três anos”, afirma.

Além dos fundos de ações, o gestor destaca os fundos multimercado por conta da diversificação. “Os fundos multimercado podem comprar mais de um tipo de investimento e, numa empresa como a nossa que é multiproduto, as equipes estão sempre se falando. A equipe de macroeconomia fala com a equipe de crédito, que fala com a equipe de câmbio… Juntos, eles vão poder selecionar o melhor cavalo do momento”, explica.

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